Livro
de Visitas do Stmt.
Acesse e deixe seu recado.
Tchello já
se sente em casa em Belém...
O irrequieto Tchello d’Barros, mal chegou à Belém, a porta
da Amazônia, e parece já estar integrado aos seus pares na
cultura local. Depois de uma estada muito produtiva em
Maceió, onde residiu por cinco anos, Tchello foi desbravar
outros horizontes. Em Belém o ex-Presidente e fundador da
Sociedade de Escritores de Blumenau está fazendo parte
do Movimento Extremo-Norte composto por grupos de poetas
que declamam toda semana em Saraus. Tchello também aderiu ao
Grupo Cabano de Poesia. Não bastasse isso, nosso poeta,
cordelista e artista visual faz sua incursão pelo mundo da
editoração. Ele está produzindo, em Belém, a 2ª edição de
uma revista de assuntos gerais, onde aparece como editor.
Recentemente entrevistado pela excelente Revista Verbo 21,
Tchello foi assim apresentado aos usuários daquele site
literário:
“Nascido em Brunópolis (SC), 1967, é escritor, artista
visual e viajante. Residiu em 12 cidades, percorreu 20
países em constantes pesquisas na área cultural e desde 2010
está radicado em Belém/PA, onde produz obras em desenho,
pintura, infogravura, fotografia, instalação e poesia
visual. Publica textos regularmente em jornais, revistas,
sites e eventualmente ministra palestras, oficinas
literárias e cursos de desenho.
Na Literatura, publicou 5 livros de poesia e vários cordéis.
Também publicou contos, crônicas e artigos em mais de 30
coletâneas e antologias. Foi sócio-fundador e presidente da
Sociedade Escritores de Blumenau, tendo criado e realizado
diversos projetos literários. Foi ainda idealizador e um dos
coordenadores do Fórum Brasileiro de Literatura.
Nas Artes Visuais, participou de mais de 60 exposições,
entre individuais e coletivas. É curador independente, tendo
realizado várias mostras individuais e coletivas. Como
designer, desenvolveu criações gráficas para agências de
publicidade, desenhos para a indústria têxtil e ilustrações
para o meio editorial.”
Na literatura de cordel Tchello também tornou-se um expoente
nas Alagoas, criando um relacionamento profícuo com célebres
nomes desta gênero de literatura popular. Gente como Jorge
Calheiros e a conhecida poeta Mariquinha, de diversas
passagens no Programa Jô Soares, testemunham que Tchello é
um daqueles fenômenos que adentrou ao mundo dos cordelistas
como um de seus mais recentes e surpreendentes performistas.
Ele mesmo assim define sua passagem nesta área: “Desse
contato maior com a literatura de cordel, iniciei uma
coleção que fui montando em minhas passagens por todos os
estados do Nordeste, chegando hoje a uns 500 exemplares. No
meio disso tudo principiei a escrever alguns cordéis também,
sendo um deles O Papagaio, que transpõe a narrativa do poema
O Corvo, de Edgar Allan Poe, para uma praia do Nordeste
(imaginei a Praia da Sereia, de Maceió).
Deixando de lado o Norte-nordeste do Brasil, Tchello teve,
no Rio de Janeiro, a estilista Cecília Brandão que lançou
uma coleção com seus poemas visuais. Em São Paulo o vídeo
"Convergências" (da série de poemas visuais “Convergências,
que já passou por Blumenau) foi exposto no FILE 2010 -
Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas.
Como ele mesmo define este momento de sua vida: “é a maior
correria, todo dia é diferente do outro e seguimos em
frente, espalhando arte por todo canto!”
É este o
catarina Tchello d’Barros, um amante incondicional das artes
e da literatura. Um incorrigível e irretocável produtor
literário catarinense dando brilho e cores ao mundo.
Leia a
entrevista de Tchello no Verbo 21 clicando
aqui.
Faça
seu Comentário
volta