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Apresentação

 

Falar de Márcia Sanchez Luz é falar de modernidade, de contemporaneidade. Márcia é, com certeza, uma das mais frequentes escritoras na maior ferramenta de comunicação da atualidade , a internet – para nós, brasileiros – ou a WEB, para o resto do mundo.

Entretanto estar presente na internet pode não significar nada, como pode significar muito. Afinal, alguém já disse que a internet deixa passar o que há de pior e o que há de melhor qualidade do mundo. Bem, o espaço é livre e, enquanto livre, é lugar que todos podem freqüentar sem censuras.

E é aí que Márcia se diferencia. Márcia é o que de melhor qualidade a internet tem deixado acessar em termos de literatura. Sua poesia, seus sonetos, suas trovas, tudo em Márcia traz o selo da qualidade. Não é para menos que esteja presente em tantos sítios (ou sites para os poliglotas), além dos seus. E olha que ela tem sido publicada por gente de indiscutível qualidade. Não é por menos ainda que seus sites, de tão atraentes e de tanta qualidade têm sido agraciados com diversos prêmios.

Talvez porque Márcia escreva com a alma. Sua pena é dotada de sentimento. Pena viva, que respira, não como respiram os seres humanos, mas inspira, vagarosamente, para sentir o tocar suave da inspiração e expira para expelir, suavemente, em versos o que lhe ditam as emoções. E Márcia se faz... simplesmente poeta. Poetisa, melhor dizendo!

Márcia é isto e mais um pouco, mas deixemos que vocês possam senti-la em sua entrevista e em seus textos neste espaço. E já que este espaço se chama “Frühstück”, e já que “Frühstück” é um momento de pausa, quem sabe não é momento de deixar espaço para o escasso tempo de cada um a fim de que possam curtir nossa convidada, não?! 

Luiz Eduardo Caminha

 

 

Entrevista

 

 1. Caminha: Vamos começar pelo clássico: Quem é Márcia Sanchez Luz definida por Márcia Sanchez Luz?

 

R. Márcia:Uma pessoa simples na forma de viver, mas complexa e cheia de questionamentos acerca do mundo e da vida. Alguém que vive um dia de cada vez, como se cada dia fosse uma caixinha a ser aberta e descoberta a cada instante.

Dizem que sou zen... devo ser mesmo...rss... Não fico pensando no amanhã, como também não vivo o passado. Relembrá-lo já me basta.

 

2. Qual a sua profissão e quais as atividades em que você está envolvida atualmente?

 

R. Márcia: Sou escritora, poeta, tradutora e professora de inglês e francês.

 

3. Caminha: Quando e como começou o seu interesse pelas letras.

 

R. Márcia: Acho que desde que me conheço por gente, Caminha. Aos nove anos já escrevia bastante, em especial poesias, pois tanto em casa como no colégio sempre tive muito contato com as letras. Quando pequena, enquanto todos os meus amigos iam ao clube, eu fazia longas caminhadas para chegar à Biblioteca Municipal e lá passava as tardes devorando livros. Àquela altura, já havia lido toda a coleção de Monteiro Lobato, assim como já declamava, timidamente, Fernando Pessoa (a escola onde estudei  priorizava múltiplas atividades voltadas para a arte, entre elas teatro, literatura e música).

 

4. Caminha: Em que aspectos ser poeta e escrever influencia ou influenciou a sua vida?

 

R. Márcia: Não sei viver sem escrever, em especial poemas. Preciso disto como o ar que respiro. Assim, independente de ser ou não lida, escrever faz parte de mim. Mas é muito gratificante quando recebo e-mails e comentários de pessoas que me leem e dizem o quanto minha poesia faz diferença na vida delas! Este é meu maior presente – saber que minhas palavras tocam algumas almas.

 

5. Caminha: Você já publicou algum livro? Qual o nome do primeiro, seu gênero (poesias? crônicas? contos?) e sobre o que tratava?

 

R. Márcia: Tenho dois livros publicados pela Editora Protexto. O primeiro, “No Verde dos Teus Olhos”, foi lançado em 2007.  Trata-se de uma coletânea de poesias, com prefácio de Airo Zamoner.

 

6. Caminha: Como você se sentiu na época. O que significou aquela 1ª. Publicação para o seu ser escritora, poetisa...

 

R. Márcia: Foi e ainda está sendo a realização de um sonho, o reconhecimento de meu trabalho – algo difícil num país com tanta falta de oportunidade em todos os sentidos, não só no que tange à Literatura.

 

7. Caminha: Fale-nos um pouco de suas outras publicações?

 

R. Márcia: Fui agraciada pela Editora Protexto, em 2008, em razão do sucesso de “No Verde dos Teus Olhos”, com a publicação de “Porões Duendes”,  meu livro de sonetos, prefaciado por  Leila Míccolis.

 

8. Poeta, escritora. Qual o gênero que você mais se identifica?

 

R. Márcia: Adoro me comunicar através da poesia! É como digo em um de meus poemas, intitulado Expurgo:

 

“Transborda em mim

a alma de poeta que,

mesmo em festa,

apura o que não presta.”

 

9. Sua experiência em publicações na Internet é riquíssima. Seu blog “O imaginário”   é leve, solto, gostoso de navegar e mostra toda a sua sensibilidade para a poesia. Além destes há muitos outros em que você mesma é autora ou publica Como começou isto tudo?

 

R. Márcia: Obrigada,  Caminha! Levo muito a sério tudo o que faço, estudo muito e trabalho cada poema como se fosse um filho.

Minha experiência com a internet começou no final de 2006, a partir de um contato que tive com Leila Míccolis, editora do Portal Blocos Online, para onde comecei a enviar minhas colaborações literárias. Até então, minha opção era pelo anonimato. Em abril de 2007, fui convidada a participar da antologia digital “Saciedade dos Poetas Vivos”, de Blocos.

Como a internet é um espaço democrático, achei que seria interessante divulgar poesia e torná-la algo mais acessível à população que não tem como escolher entre a comida e a leitura. Assim, decidi criar um blog, o “Márcia Sanchez Luz”, com o intuito de publicar não só meus poemas, mas também os de diversos escritores. Como não queria me ater só à poesia, optei por divulgar eventos e notícias culturais.

“O Imaginário” surgiu a partir da idéia de centralizar parte de minha obra em um blog, diferentemente do primeiro – o qual continuo sempre atualizando.

Como a interação com os leitores é grande e extremamente gratificante em blogs, comecei a pensar na possibilidade de reunir os melhores comentários em um outro espaço, o “Repercussão Literária – Fortuna crítica da obra de Márcia Sanchez Luz”, como uma forma de retribuir o carinho imenso que recebo de todos que me leem.

Quanto aos outros espaços que me divulgam, são todos blogs, sites e portais muito bons, o que para mim é uma honra. E fico muito feliz com essa divulgação. Afinal, as palavras tem força, ainda mais quando escritas. Não vejo modo mais eficaz de mudar a realidade.

 

 

10. Caminha: Você acredita  em Deus. O que isto significa em sua vida?

 

R. Márcia: Deus é luz, amor, está presente em minha vida em todos os momentos – bons e ruins. Na verdade, Ele está presente em cada ser...é só prestar atenção. Ele vive nos dando alertas e dicas. Não acredito na Igreja como instituição, pois que feita pelos Homens; e cada um tem um modo de interpretar as palavras do Criador. O problema é que tem tanto maluco querendo ganhar dinheiro às custas da fé!

 

11. Você considera a Internet uma ferramenta que acabou por despertar a  literatura? Há chances da literatura tomar mais impulso através deste instrumento?

 

R. Márcia: Acho que me adiantei, não é mesmo? Eu quero crer que sim, Caminha! Os blogs são um bom exemplo disto, exatamente por terem ferramentas que possibilitam ao leitor interagir com o escritor. Nada melhor do que essa proximidade para estimular o hábito de ler. Leitura é alimento para a alma, é também fonte de aquisição de conhecimento, o que capacita o ser humano a atuar mais em sua realidade e saber-se agente transformador, sujeito apto a mudar sua condição no mundo. E esta conscientização deve vir através de diferentes fontes – a internet é hoje uma das mais acessíveis fontes de conhecimento, além de possibilitar escolhas diversas. O acesso à literatura pela internet tem até um caráter lúdico, o que estimula o leitor a buscar, a partir das referências encontradas (citações, links), outros espaços literários.

 

12. Que recado que você daria a todos os que gostam de escrever e ainda não tiveram uma oportunidade de publicar um livro?

 

R. Márcia: Que leiam muito, muito mesmo. E sempre. E que escrevam muito também, encarando o ato de escrever como um exercício.  Que entendam que escrever exige trabalho árduo e constante. O poema, depois de feito, precisa ser lapidado, o que demanda humildade, paciência e senso crítico por parte de quem o escreve. O mesmo se aplica ao texto linear.

 

13. Caminha: Qual o recado que você daria a todos os escritores e poetas?

 

R. Márcia: Não sei se daria algum recado. Talvez diria que precisamos nos unir no sentido de fortalecer a classe e fazer com que o escritor seja reconhecido profissionalmente.

 

14. Caminha: Escrever, para você, significa mais uma auto-realização ou você acha que a literatura e os seus trabalhos podem servir para a realização dos leitores? Para a construção de consciências?

 

R. Márcia: Escrever é tudo isso. A realização pessoal acontece em dois momentos distintos: ao terminar um poema e gostar do resultado do que antes estava na esfera do idealizado e sentido.  O segundo momento é receber o retorno dos leitores, que carinhosamente afirmam a importância de meus poemas em suas vidas.

 

15. Caminha: O que significou e significa a leitura em sua vida?

 

R. Márcia: O alimento que meu espírito precisa. A leitura abre caminhos, sejam eles cognitivos ou oníricos.

 

16. Caminha: Qual o recado que você daria para os políticos administradores municipais, estaduais e brasileiros, vereadores, deputados e senadores quanto aos seguintes aspectos:

 

      16.1 – Incentivo à produção literária

 

       R. Márcia: Prefiro não mandar recado, pois sei que não me ouviriam... O bolo no Brasil é muito mal dividido em todos os setores. Incentivos são dados a quem não precisa. Já está mais do que na hora de mudar esta postura e dar oportunidade a quem tem uma rica produção literária, mas carece de incentivo.

 

      16.2 – Incentivo à leitura

 

       R. Márcia: Mais uma vez, não seria escutada. Que governante tem interesse em cidadãos conscientes de seu papel na realidade?

 

      16.3 - Incentivo às artes e a cultura

 

       R. Márcia: No meu entender, todos estes aspectos estão interligados. Por isso, minha resposta continua sendo a mesma. O problema está na base, na infraestrutura...se as pessoas são privadas de suas necessidades básicas, como esperar que elas tenham tempo e dinheiro para a cultura?

 

17. Caminha: Um gênio aparece em sua frente e lhe diz: Faça três pedidos que poderiam mudar o mundo. O que você pediria?

 

R. Márcia: Que todos sejam vistos como seres especiais e capazes de grandes realizações. Que haja paz na humanidade. Que o respeito aos direitos fundamentais dos Homens sejam cumpridos; nisto incluo a alimentação, moradia e garantia de estudo e de assistência médica.

 

18. Caminha: Vou lhe dar um mote: um verso de Jalaludin Rumi, um dos maiores poetas do mundo, um afegão, que viveu entre 1207-1273 no seu poema “Em um dia, quando o vento é perfeito”:

 

Em um dia, quando o vento é perfeito,

As  velas apenas precisam abrir-se,

E o mundo se encherá de beleza.

Hoje é um dia como este.”

 

Agora é com você!

 

R. Márcia:

 

O vento vem chegando, é tão bem-vindo!

Vem vento, vem buscar os sonhos meus!

Não é preciso muito para o mundo

vir a tornar-se espaço só de paz.

                  

 

19. Caminha:  Mudando da água para o vinho. E a situação política do Brasil. Onde anda a ética?

 

R. Márcia: Boa pergunta! Deve estar escondida, Caminha. Vivemos uma época de crise, ou melhor, de ausência de valores éticos. O que impera é a impunidade, a valorização do fazer menos para ganhar mais. Educar é tarefa difícil, pois por mais que demos exemplos de conduta aos nossos filhos e/ou alunos, ao se depararem com a realidade eles veem um mundo totalmente desfigurado e destituído dos valores por nós ensinados. Dou como exemplos o processo de construção de conhecimento – vivemos dizendo aos nossos filhos que é fundamental que eles estudem, para poderem se tornar profissionais de sucesso – e os

 códigos de boa conduta, as regras no microcosmo e no macrocosmo – procuramos ensinar que o errado será punido, que o comportamento correto levará a conquistas. Aí abrimos o jornal, ligamos a tevê e o que encontramos? Não preciso nem dizer, concorda?

 

20. Caminha: Seus planos mais imediatos?

 

Márcia: Não faço planos; estipulo metas e prazos. No momento estou tentando driblar os efeitos causados pela crise mundial para dar prosseguimento às atitudes necessárias ao cumprimento de minhas metas.

 

21. Caminha: Seus projetos futuros?

 

Márcia: Mudar com minha família para um lugar com melhor qualidade de vida.

 

22. Caminha: Algo mais?

 

Márcia: Acho que não é preciso. Você não deixou escapar nada...rss...

 

23. Caminha: Obrigado Márcia. Deus lhe abençoe. Seu recado final.

 

R. Márcia: Eu é que agradeço, Caminha. Foi um prazer estar aqui com você. Espero ter correspondido às suas expectativas e lhe desejo todo o sucesso do mundo.

Queria aproveitar a oportunidade para deixar os links de meus blogs e do site para aquisição de meus livros, pode ser?

 

[Márcia Sanchez Luz] – http://marciasl2001.blogspot.com

 

[O Imaginário] – http://poemasdemarciasanchezluz.blogspot.com

 

[Repercussão Literária] – http://marciasanchezluz.blogspot.com

 

[No Verde dos Teus Olhos] -  http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=145

 

[Porões Duendes] -  http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=197

 

 

 

Textos

 


Remendos


Muitos são pequenos excertos
De grandes paixões
De poemas que falam
O que minha boca cala.
Muitos são pequenos remendos
De poucos retalhos
Que consegui obter
A duras penas.
Poucos são grandes acertos
Que me dispus a contar
Nas noites de insônia
Nos dias chuvosos
Nublados
Turvos
Frios.

© Márcia Sanchez Luz

 

 

 

O amor no sonho


O amor é tão perfeito quando durmo,
que mal me dá vontade de acordar!
Mas não tem jeito – o dia vem soturno
e o sonho acaba. É duro acreditar.

O amor no sonho é como o deus Saturno,
num farto, afoito e intenso festejar;
o adeus ao laço – algoz e taciturno –
que avilta, agride e evita o libertar.

O amor de sonho é sempre um aconchego;
permite ao colibri (que não descansa)
um beijo à flor que finge desapego.

Amor assim é sábado constante;
acalma o que guardado a dor alcança
e afasta a realidade lancinante.

© Márcia Sanchez Luz
 

 

Réquiem para um homem simples, brasileiro


Não dá pra não chorar por quem partiu
e que passou por nós deixando amor
em gestos simples como aguar a flor
e dar-se inteiro, mesmo que febril.

Não dá pra não chorar homem gentil,
que mesmo fraco, retorcendo em dor,
tirava forças e perdia a cor
para seu mal fingir que era sutil.

Sua viagem hoje começou,
eu sei. E sei também que a dor findou,
que não mais pesa a sua grande cruz.

Entre as estrelas ele agora brilha,
e no infinito, eis que a sua trilha
é, finalmente, de alegria e luz!

© Márcia Sanchez Luz
 



Lua Negra


Amo demais que até ferida brota
na cálida, escondida lua negra
dos meus delírios (dor que desintegra
calma desnuda em chuva de gaivota).

Os olhos choram mares, geram grotas,
fabricam densa nuvem que se integra
ao corpo equivocado pela entrega
sofrida num adeus desfeito em gotas.

Amo demais, eu sei, mas o que faço
se de outro jeito não conheço o amor?
A minha sina é nunca combater

o que me atrai e gera descompasso.
Se por um lado existe o dissabor,
tenho da vida a flor que vi nascer.

© Márcia Sanchez Luz

 

 

 

 

Mais Sobre o Entrevistado

 

Ouça Entrevista de Márcia Sanchez Luz - no Pod Cast de Mona Dorf " Letras e Leituras" do Estadão on line: estadao.com.br

Natural de São Paulo, capital, Márcia formou-se em Literatura Inglesa e Francesa.
É escritora (poesia e prosa), professora e tradutora de Inglês e Francês.
Escreve poesias desde os nove anos de idade, sempre se mantendo, por opção, no anonimato.

Em novembro de 2006 decidiu que chegara a hora de partilhar relatos de suas vivências, até então interiorizadas.

Participa da Antologia “Saciedade dos Poetas Vivos” digital, volume 4, em Blocos Online, onde tem suas páginas individuais de poesia e prosa.

Página Pessoal no Grupo Ecos da Poesia.
Membro Efetivo da Academia de Letras do Brasil.

Verbete na Enciclopédia Escritores Brasileiros, da Real Academia de Letras.

Cônsul Poetas del Mundo.

Publicada pelo Jornal Alto Madeira.
Publicada pelo Jornal O Rebate.
Publicada pelo Jornal Rondônia Ao Vivo.
Publicada pelo Jornal Fala Brasil de Porto Alegre.
Publicada pelo Jornal Gazeta Mercantil.
Entrevistada por Mona Dorf, jornalista de O Estado de São Paulo, para o programa Letras & Leituras.


estadão.com.br - Entrevista no Pod Cast de Mona Dorf "
Letras e Leituras

 

 

Endereços dos sites que me divulgam:

MÁRCIA SANCHEZ LUZ - http://www.marciasl2001.blogspot.com


O Imaginário - http://www.poemasdemarciasanchezluz.blogspot.com

 

Ligia Tomarchio - Poetas Amigos-
http://www.ligia.tomarchio.nom.br/ligia_amigos_MarciaSanchez.htm


Repercussão Literária - http://marciasanchezluz.blogspot.com


Página Pessoal em Blocos Online - http://www.blocosonline.com.br/literatura/autor_poesia.php?id_autor=3251&flag=nacional


AVSPE - http://www.avspe.eti.br/poetas1/marcia.htm


Página Pessoal no Jornal de Poesia - http://www.revista.agulha.nom.br/marcialuz.html


Cônsul Poetas del Mundo - http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=3759


Página Pessoal no Grupo Ecos da Poesia - http://ecosdapoesia.net/autores/marciasanchezluz.htm


Página Pessoal no Portal CEN - http://www.caestamosnos.org/Autores/Marcia_Sanches_Luz.htm


Página Pessoal na Revista de Poesias - http://marciasancheszluz.blogspot.com/


Prosa e Verso de Boteco - http://prosaeversodeboteco.zip.net/


Links, thinks e things - http://leilamiccolis.blogspot.com/


Rogel Samuel - http://literaturarogelsamuel.blogspot.com/


Revista Zap - http://www.eunanet.net/beth/poemas/marcia_sanchez_luz.php


 

 

Publicações

 



No Verde dos Teus Olhos – Protexto, 2007



Porões Duendes, Protexto, 2008

Meu livro de sonetos "Porões Duendes" foi publicado pela Editora Protexto.

Meu livro "No Verde dos Teus Olhos" foi publicado pela Editora Protexto.

Para adquiri-lo pela internet, segue o endereço:

http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=145

 

 

 

 

 

 

Fotos

 

 

 

 

  

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