Recebí de uma grande e querida amiga, Maria Cecília Carrion, estas pílulas de verdade escritas pelo Dr. Edward Bach, e dada a oportunidade de reflexão repasso aos amigos:

 

"A nenhum de nós nesta Terra é pedido mais do que pode realizar e se nos esforçarmos para obter o que há de melhor dentro de nós, sempre guiados por nosso Eu Superior, a saúde e a felicidade serão possíveis".

 

"Mas nas horas mais escuras, quando a vitória parece impossível, lembremo-nos de que os filhos de Deus não devem nunca ter medo,  que as tarefas que nossas almas nos dão são apenas as que somos capazes de realizar e que, com coragem e fé em nossa divindade interior, a vitória virá para todos os que  continuam a lutar".

 

"Cada pessoa tem uma vida para viver, um trabalho a realizar, uma personalidade gloriosa, uma individualidade maravilhosa.  Se ela compreender estas verdades e conseguir mantê-las contra todas as leis da massificação, ela superará tudo e ajudará os outros com o exemplo do seu caráter".

 

"A vida não exige de nós grandes sacrifícios;  pede-nos apenas para fazermos a viagem com alegria no coração e sermos uma bênção àqueles  que estão ao nosso redor".

 

Dr. Edward Bach (1886 - 1936)

 

Quem foi Edward Bach?

Maria Cecília Carrion, Curitiba, em 26.09.2008

 

"Fátima Venutti tornou-se minha colega e amiga através dos contatos literários. Li com vivo interesse o seu livro "O Terceiro Apito". A ela enviei as seguintes palavras, com respeito à Menina do Trem, na pergunta feita em "Haja trem, haja apito", contida no artigo em "Notícias":

Para quem a tem tratado constantemente de Menina do Trem, parece desnecessário qualquer comentário. Como diz o próprio apresentador, de uma forma ou de outra, a Menina do Trem tem nome, sobrenome e endereço. Na minha imaginação, quando da leitura do livro, vi claramente aquela Menina permeando cada frase e cada pensamento. O próprio apito do trem traz consigo a nostalgia de uma menina-jovem que vê no seu passado um presente desejado. Tão desejado que deixa transparecer uma saudade incontida dos tempos de então.
Tempos que, pode bem ser, já não existam mais. A conotação dos apitos pode estar contida na saudade que ficou, abriu buracos, formou lacunas, deixou espaços vazios. Preenchê-los, eis a grande arte da vida. Que o digam os vários outros textos seus. Incluindo neles o último que me manda: "BIS".


Com carinho, o meu abraço e um beijo...Menina do Trem!

Adilvo Mazzini - Dourados - MS -
Cônsul Poetas del Mundo Z - O Dourados - MS

 

 


Sobre a entrevista de Marise Ribeiro, no espaço Das Letras

 

Bom dia Caminha.

 

Legal a entrevista com a Marisa Ribeiro.

José Paulo Castro de Souza

www.jpcinfo.com.br


 

 Li novamente, com vivo interesse, a entrevista que o site costumeiramente oferece a todos nós.
Fiquei impressionado com a decisão de Marisa Ribeiro de "viver de poesia"! Impressiona-me, sim, pois, como ela mesma afirma, só famosos têm maior facilidade de viver dessa forma.
Todavia, ela se mostra realmente uma excelente poetisa, dotada de toda a sensibilidade que cada uma de suas mulheres demonstra ter em sua poesia "Possessão" ou a diretriz traçada em "Ser Poeta".
Parabéns à Marise e que ela nos incentive sempre a continuarmos a escrever poesia, ainda que com ela somente não se possa viver.

Um abraço do colega,
Adilvo Mazzini - Dourados - MS (poetas del mundo.com/verInfo, asp? ID=2178)
Entre outras coisas, regente coral e eterno aprendiz em poesia e prosa.

 


 

Parabéns pela entrevista com a Poeta Marise Ribeiro, distinta dama das Letras Brasileiras!
Margaret Pelicano

 

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sua opinião é importante para nós e, por isso, a publicamos".