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Coluna do Caminha
Idealizador e Responsável pelo site Stammtisch
Confrarias e Patotas http://www.stmt.com.br
Membro da Comissão Organizadora dos Encontros de Stammtisch
(Strassenfest mit Stammtischtreffen) desde a sua 1ª.
Edição em 26/08/2000.
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05.12.2009
Assim não dá
Parece que a motivação é
debochar do brasileiro só pra ver até onde ele vai.
Mensaleiros, mensalões, dinheiro na cueca, na meia,
jatinhos, viagens, excursões políticas à Europa, África, ao
fim do mundo. Tudo eles fazem para provocar. Tem gente
defendendo uma revolução. Está tudo corrompido ou todo o
mundo louco. O cidadão virou peça de chacota. Políticos
roubam, lojas vendem produtos com defeitos, cartões de
crédito têm juros na estratosfera, bancos assaltam com taxas
absurdas, padarias usam trigo de quinta para fazer o pão a
R$ 7,00/Kg. Não há garantia de nada, o cidadão se quiser
algo que vá reclamar no Procon. Ou se conforme. Por 10%
desta bandalheira toda qualquer povo estaria nas ruas. É a
re-edição de Roma. O brasileiro na arquibancada: pão e circo
para todos! Bolsas-Pão, ora pois!!! O Papai Noel será “made
in Paraguay”? Tudo é falso. Só não é o dinheiro no bolso dos
safados. Favelas do Rio e de São Paulo? São fichinha perto
da tribo dos votos. E o povo? Os verdadeiros filhos do
Brasil? Que se lixem de uma vez por todas! Eles só precisam
de nós a cada 2 anos. Vou fechar pra reforma. Doravante só
vou falar de abobrinhas. Menos nesta coluna. A derradeira em
reclamação. Não vale a pena!!! Ou será que vale? Alguém que
tenha um bom argumento que tente me convencer do contrário.
Férias
Foi só umas feriazinhas vissi?
Já to di vorta!!! I doidu pra dá umas porrada nus gragumilhu
di uns i otros.
Praça Guadalupe
20 anos. É o tempo que esperam
moradores e veranistas de Canasvieiras para verem implantada
a Praça Nossa Senhora de Guadalupe que não sai do papel. Com
o Prefeito Dario Berger não tem sido diferente. Verão vai,
verão vem e o que todos vêem (e verão... outono, inverno,
primavera, os cambau!) são promessas, somente promessas.
Parece que as coisas no Brasil, no que diz respeito ao
embate entre cidadão e políticos, só sai na porrada. É só
ver o exemplo do mensalão do Arruda – povo na rua em
Brasília, do Rio de Janeiro, do pedágio em Palhoça, etc. Os
pacatos cidadãos de Canasvieiras não chegarão a isto. Mas
estão começando a perder a paciência.
Últimas Tratativas
A área da praça, delimitada
pelas ruas Madre Maria Villac, Vasco Gondin, Apóstolo
Pascoal Pitsica e Afonso Cardoso da Veiga foi transferida
pelo Governador Luiz Henrique da Silveira para o município
de Florianópolis na primeira gestão de Dário Berger. Há
cinco anos, a Ação Social Nossa Senhora de Guadalupe -
ASONSEG, a ACIF-Canasvieiras, AMOCAN, CONSEG Baia de
Canasvieiras, entre outras instituições, elaboraram ante
projeto e submeteram ao Prefeito e sua equipe. Devido ao
alto custo, o projeto não vingou.
Todos querem botar a mão
Até em estacionamento de Ônibus
de Turismo já tentaram transformar a praça que já viu
acontecer um show de Ivete Sangalo na virada de 2005/2006, o
Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia, no verão de 2008
e por aí afora.
Nas mãos do Prefeito
O fato é que, se o Prefeito
quiser, a coisa acontece. Basta apenas um pouquinho de boa
vontade. Quem sabe não será neste verão? A comunidade está
se mobilizando de novo. Abre o olho Prefeito! O pessoal tá
cheio de “Paciência e Canja de Galinha!!!
Um catarinense nas Alagoas
O artista visual Tchello
d’Barros é o que mais exposições fez naquele estado durante
2009. Foram 06 exposições só em Alagoas. Em João Pessoa,
Paraíba, Tchello esteve 4 vezes. Tchello também se fez
presente em Pernanmbuco, Rio Grande do Norte, Ceará,
Maranhão, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro,
Minas Gerais e dá-lhe Brasil canela afora.
Desenvoltura
Tchello pode ser visto
circulando e trocando impressões com os mais expressivos
artistas , escritores, poetas e cordelistas do Nordeste. Na
recente Bienal Internacional do Livro de Maceió Tchello
coordenou os Saraus que aconteciam todas as noites. Estava
sob sua batuta (ou seria pincéis?) apresentar os poetas
deste mundão de Deus. Há 5 anos nas Alagoas, Tchello faz e
acontece. É de lá que comanda sua exposição visual
itinerante internacional “Convergências”. Em Março de 2010
já está confirmado na Casa das Rosas, a mais nova badalação
cultural de São Paulo. Enquanto isto acontece pelo Brasil e
mundo afora, aqui em Florianópolis, capital de seu estado,
Tchello ainda não expôs. Pode??? Em breve este débito deverá
ser saldado!
Nova Exposição
Estivemos nas Alagoas por 08
dias. Fomos ciceroneados por Tchello d’Barros. Visitamos
museus, galerias de arte, monumentos, cidades históricas e
parte da orla marítima do entorno de Maceió. Conversamos com
artistas e poetas. Tchello é uma unanimidade. Desde o dia
27.11 e até 11.12.2009 está expondo 50 fotografias no espaço
cultural do Sesi, na Praia de Pajuçara, na orla de Maceió. A
mostra fotográfica “Idílios: À Margem” traz imagens do
viver e do jeito de ser da gente alagoana. A novidade: o
governo do estado estuda leva-la para o Memorial da
República. Um prêmio para qualquer artista renomado.
Imortal
Nesta sexta, 04, foi empossada
na cadeira no. 10 da Academia Catarinense de Letras e Artes
a escritora blumenauense Rosane Magali Martins.
Árvore da discórdia
Não convidem o vereador João
Amin e o Secretário de Turismo de Floripa Mário Cavallazzi
para sentar à mesma mesa. Podem voar pratos, talheres e
muito mais. Tudo por causa de uma arvore de Natal que o
vereador diz ter custado 3,7 milhões de reais para o
município e o Secretário diz que não custou nada. 3,7
milhões? Tanta briga para uma mixaria dessas, não? Ou será
coisa do ano eleitoral batendo às portas?
Resgate Histórico:
**Fotos
de Marcio David, Joi Cletison e Vicenzo Berti, extraídas do
Projeto Fortalezas da UFSC

Forte São José da Ponta
Grossa
Entre a Praia do Forte e a
Praia de Jurerê.

Fortaleza de Santo Antônio
dos Ratones.
Na Ilha dos Ratones Grande
Fortaleza de Santa Cruz do
Anhatomirim
Na Ilha de Anhatomirim
Notas Históricas:
1. Estas 3 fortalezas dispostas
na Baía Norte, à distância de um tiro de canhão uma da
outra, faziam o triângulo que guardava a Ilha de Santa
Catarina dos invasores.
As duas últimas (Ratones e
Anhatomirim) também serviram de prisão, no início da
República. Aí morreram fuzilados, em 1894, sob o comando do
Coronel Antônio Moreira César e a mando do fascínora
Floriano Peixoto, então Presidente da República,
muitos filhos da então Desterro
(batizada Florianópolis pelos simpatizantes “puxa-sacos” de
Floriano).
2. Por ter a aparência de dois
ratos as ilhas dos Ratones Grande e Pequeno foram batizadas,
com estes nomes, em 1541 pelo explorador espanhol Cabeza de
Vaca.
No podium:
O Artista Visual catarinense
Tchello d’Barros
Na guilhotina:
Eles, que debocham do pacato (e
mole) povo brasileiro.
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